Durante as eleições deste ano, 60 municípios de 23 estados brasileiros
receberão urnas com leitor biométrico, que permitem a identificação de
eleitores através da impressão digital. Ao todo, mais de um 1 milhão de
pessoas experimentarão o sistema, utilizado pela primeira vez nas
eleições de 2008. Uma das principais vantagens do mecanismo, que só não
será adotado nos estados de Mato Grosso, Roraima e Amazonas, além do
Distrito Federal, é que uma pessoa fica impossibilitada de votar no
lugar de outra. Com a novidade, a liberação da urna para votação, que
ficava a cargo do mesário, acontecerá assim que o eleitor inserir suas
digitais. Segundo a Agência Brasil, este procedimento deve agilizar a
votação, mas o rito será mantido: o eleitor ainda precisará se
apresentar ao mesário com o título de eleitor e o documento oficial de
identificação com foto. A migração total para este tipo de voto só deve
ocorrer em oito anos, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A
adaptação deve custar R$ 450 milhões. |