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Main » 2015 » Julho » 8 » PARCERIA COM UNIVERSIDADES BUSCA MELHORAR AGRICULTURA FAMILIAR
8:56 AM
PARCERIA COM UNIVERSIDADES BUSCA MELHORAR AGRICULTURA FAMILIAR
Com 673 mil famílias desenvolvendo diversas atividades na zona rural, a Bahia é o estado que concentra o maior número de pessoas que vivem da agricultura familiar no Brasil. Para ampliar e melhorar a pesquisa e a inovação tecnológica para este grupo de trabalhadores, a Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) convocou representantes de instituições públicas de ensino e de pesquisa. O encontro foi realizado na manhã desta terça-feira (7), no Centro Administrativo da Bahia (CAB), com a coordenação do titular da SDR, Jerônimo Rodrigues, e participação do secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Manoel Mendonça.

Durante a reunião, o Governo do Estado apresentou algumas propostas, entre elas, a realização de projetos que estejam em consonância com o potencial de cada região, além do compartilhamento da gestão nas Estações Experimentais da extinta Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA) (em liquidação) e da Central de Laboratório da Agropecuária (CLA), localizada no bairro de Ondina, em Salvador.

De acordo com Jerônimo Rodrigues, o Governo do Estado quer ter o melhor aproveitamento possível das 21 estações experimentais distribuídas pela Bahia. “Não queremos perder este arsenal de animais, plantel e pesquisa. O diálogo aqui é o de fazer uma parceria com as universidades para o desenvolvimento de pesquisa e extensão de interesse da agricultura familiar".

Pesquisas
 
Rodrigues frisou que a jornada de encontros realizada com os movimentos sociais, no início deste ano, apontou os anseios da agricultura familiar para os próximos 15 anos. “O governador [Rui Costa] estabeleceu que não abríssemos mão da relação com o potencial que as universidades têm. Afinal, é quem realiza a pesquisa, a extensão universitária e trabalha com a formação profissional. Todos os agrônomos, técnicos e veterinários que atuam no meio rural são oriundos da academia”. 

O superintendente da Superintendência Baiana de Assistência Técnica e Extensão Rural (Bahiater), Elionaldo Faro, observou que as 21 estações experimentais estão localizadas em pontos estratégicos, que inclui o Litoral Norte e o Sertão baiano, por exemplo. Ele afirmou ainda que existe uma série de pesquisas que podem ser viabilizadas em prol da agricultura familiar por meio de articulação com as universidades. 

“Temos interesse, por exemplo, [em pesquisas de] combate à desertificação, às pragas e doenças nos territórios onde vivem os agricultores familiares. Na área de agroecologia, que é muito mais interessante economicamente. Além de alternativas viáveis para o semiárido e de preservação da Mata Atlântica, que é um trabalho importantíssimo a se fazer”, explicou o superintendente. 

Extensão rural
 
Representantes de todas as universidades estaduais e federais na Bahia participaram da reunião e também contribuíram com sugestões. Na opinião do diretor da Escola de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade Federal da Bahia (Ufba), Antônio de Lisboa, é fundamental que a Bahia, na condição de estado com a maior população rural do Brasil, desenvolva iniciativas que contemplem a agricultura familiar. “Neste contexto, acho extremamente importante conseguirmos interagir, associar forças, tanto do governo federal, no caso da Ufba, e do governo estadual. Esta talvez seja, nos últimos anos, uma das maiores iniciativas para estimular este setor”. 
 
Para o chefe adjunto de transferência de tecnologia da Empresa Baiana de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) na unidade de Mandioca e Fruticultura, Carlos Estevão, a extensão rural tem o papel de fazer chegar os resultados dos estudos às pessoas que vivem da agricultura familiar. “Temos a expectativa de que comece a ser encaminhado, o mais rápido possível, o desenho de uma estrutura que possa, realmente, fazer este diálogo entre os resultados de pesquisa e os verdadeiros beneficiários [agricultores familiares]”.

Ciência e Tecnologia
 
Conforme Manoel Mendonça, por meio de ideias inovadoras, é possível agregar valor ao que é produzido pelos agricultores de pequeno porte. “Na área sisaleira, por exemplo, é tirada a agave [folha do sisal] e se usa, basicamente, a fibra. Então, a Secti [Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação], em conjunto com a SDR,  estuda outros usos que podem ser dados para a folha”.

Segundo o secretário, atualmente, apenas 4% da folha são utilizados para fins comerciais. “Queremos chegar a 90 ou 100%, que inclui os sucos, os líquidos que saem e o que podemos fazer, quimicamente, com isso. Além do mosto [sumo extraído da folha], que podemos usar para alimentação animal”, acrescentou Mendonça. 
 
Fonte: SecomBA
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