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10:41 AM
PREÇOS DOS ALIMENTOS NO MUNDO RECUAM 2% EM JULHO, INFORMA RELATÓRIO DA FAO


Os preços globais dos alimentos no mês de julho recuaram 2% ante junho, registrando o terceiro mês consecutivo de queda devido à desvalorização dos grãos, do óleo de palma e do açúcar refinado, de acordo com o relatório mensal divulgado nesta quinta-feira, 8, pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). O índice da FAO, que mede a variação mensal de uma cesta de commodities alimentícias no mercado internacional, alcançou 205,9 pontos no mês passado, quase quatro pontos abaixo do valor apurado em junho. O indicador referente aos preços mundiais dos cereais em julho diminuiu 3,7% na comparação mensal, para 227,7 pontos, devido à depreciação do milho.

Um clima favorável em vários países produtores levantou expectativas de aumento significativo na produção da commodity, esclareceu a organização. Conforme a FAO, o declínio das cotações do trigo foi menos acentuado no último mês devido ao forte ritmo das exportações. O índice de óleos e gorduras em julho caiu 3,3% ante junho, atingindo 191 pontos, menor patamar em três anos. "O recuo reflete basicamente as baixas da soja e do óleo de palma. O óleo de soja se desvalorizou em resposta à ampla disponibilidade para exportação, especialmente na Argentina, aliada à fraca demanda (incluindo o setor de biodiesel), bem como à perspectiva de uma boa safra nos Estados Unidos”, informou o relatório.

"A fraqueza do óleo de palma resulta da combinação de uma produção ampla e uma demanda menor que a esperada, principalmente da China”, acrescentou a FAO. O indicador do açúcar ficou em 239 pontos em julho, 1,5%, ou 3,6 pontos, abaixo do nível observado um mês antes. "Os preços do açúcar recuaram pelo quarto mês consecutivo devido à previsão de uma produção excedente nas principais regiões produtoras, notavelmente no Brasil, maior produtor e exportador do mundo”, revelou a organização. Por fim, o índice dos produtos lácteos foi o que registrou a menor queda mensal, de apenas 1,1%, para 236,3 pontos, devido à estagnação da produção de leite em nações exportadoras da Europa, da América do Sul e dos Estados Unidos. 

Fonte: Voz da Bahia

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