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10:58 PM
FEIRA DE SANTANA: AUMENTA O NÚMERO DE CASOS SUSPEITOS DE CHIKUNGUNYA

O número de casos suspeitos notificados de chikungunya na cidade de Feira de Santana, localizada a 100 km de Salvador, saltou de 1.015 para 1.161, segundo balçanço divulgado nesta terça-feira (28) pela Secretaria de Saúde do município.

O número de casos confirmados não sofreu alteração com relação ao último boletimdivulgado, no dia 21, e permanece em 371. Do total de casos suspeitos, 56 foram descartados e 734 estão em investigação. Os dados correspondem ao período de 29 de março a 25 de outubro.

Dos 74 bairros em que foram registrados casos suspeitos da doença em Feira, o bairro George Américo é o que concentra mais notificações, com o total de 456, seguido pelo bairro Campo Limpo, com 212, Sítio Novo, com 50, e Cidade Nova, com 35.

Dass 1.161 pessoas com suspeita doença, 768 são do sexo feminino e 393 do sexo masculino. Conforme a Secretaria de Saúde, os sinais e sintomas mais frequentes foram mialgia, artralgia, febre, edema e cefaleia.

Além de Feira, as cidades que têm casos confirmados de chikungunya são Riachão do Jacuípe (82 casos), Salvador (2), Alagoinhas (1), Cachoeira (1) e Amélia Rodrigues (1). Não há registro de óbito até o momento.

Entenda o vírus
A infecção pelo vírus chikungunya provoca sintomas parecidos com os da dengue, porém mais dolorosos. No idioma africano makonde, o nome chikungunya significa "aqueles que se dobram", em referência à postura que os pacientes adotam diante das penosas dores articulares que a doença causa.

Em compensação, comparado com a dengue, o novo vírus mata com menos frequência. Em idosos, quando a infecção é associada a outros problemas de saúde, pode até contribuir como causa de morte, porém complicações sérias são raras, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

O vírus chikungunya pode ser transmitido pelo mesmo vetor da dengue, o mosquito Aedes aegypti, e também pelo mosquito Aedes albopictus, e a infecção pelo chikungunya segue os mesmos padrões sazonais da dengue, de acordo com o infectologista Pedro Tauil, do Comitê de Doenças Emergentes da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).

O risco aumenta em épocas de calor e chuva, mais propícias à reprodução dos insetos. Eles picam principalmente durante o dia. A principal diferença de transmissão em relação à dengue é que o Aedes albopictus também pode ser encontrado em áreas rurais, não apenas em cidades.

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