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Main » 2017 » Janeiro » 16 » DECAPITAÇÕES, TERROR E ÓDIO: VEJA DETALHES DA REBELIÃO QUE ATINGIU A PENITENCIÁRIA DE ALCAÇUZ
10:43 AM
DECAPITAÇÕES, TERROR E ÓDIO: VEJA DETALHES DA REBELIÃO QUE ATINGIU A PENITENCIÁRIA DE ALCAÇUZ

O clima ficou tenso na Penitenciária Estadual de Alcaçuz. Os detentos iniciaram uma rebelião na tarde deste sábado (14) e mataram ao menos dez pessoas, segundo informações repassadas pelas forças policiais à imprensa no final da noite.

A rebelião foi confirmada pela Secretaria de Justiça e Cidadania do Estado (Sejuc). O coordenador de administração penitenciária da Sejuc, Zemilton Silva, informou à imprensa que o tumulto era de “grandes proporções” na unidade prisional da grande Natal.

A assessoria da Polícia Militar informou que o motim começou por volta das 16h30, quando presos do pavilhão 1 invadiram o pavilhão 5 da penitenciária. Os pavilhões da penitenciária são controlados por facções criminosas rivais, denominadas de PCC e Sindicato do Crime.

No final da noite de sábado, o Governo do RN emitiu nota oficial onde detalhou as ações que foram planejadas para acabar com a ocorrência. Do lado de fora, familiares de presos se desesperaram durante toda a noite diante da falta de informações vindas de dentro do presídio, totalmente controlado pelos criminosos.

Por volta das 6h30 da manhã deste domingo (15), o Grupo de Operações Especiais (GOE) da Secretaria Estadual de Justiça e Cidadania (Sejuc) e a Polícia Militar, com equipes do BOPE e CHOQUE, deram início à ocupação da Penitenciária.

De acordo com a Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa Social (Sesed), a operação foi um sucesso e o presídio está dominado pela equipe de segurança do Governo do RN. Ao todo, a rebelião durou 14 horas e computou, até o momento, 10 mortes.

Líderes identificados

O Governo do Rio Grande do Norte, através da Sejuc e da Sesed, identificou seis presos que lideraram a rebelião registrada neste sábado na Penitenciária de Alcaçuz, localizada em Nísia Floresta, região metropolitana de Natal.

Durante entrevista coletiva realizada na manhã deste domingo (15), o secretário de Segurança, Caio Bezerra, disse que todos os líderes serão transferidos para outras penitenciárias do Rio Grande do Norte, no entanto, ainda não se sabe exatamente para quais unidades eles irão.

Wallber Virgolino, secretário de Justiça, informou que outros detentos também poderão ser indiciados como mentores da rebelião no decorrer das investigações, mas até o momento apenas estes seis estão confirmados.

A Sejuc não descartou a possibilidade de ter havido facilitação para o início da ocorrência e disse que trabalhará em cima de todas as hipóteses.

Equipes do Instituto Técnico-Científico de Perícia (ITEP) estão desde as primeiras horas da manhã deste domingo (15) dentro dos pavilhões da Penitenciária para fazer a remoção dos corpos até a sede do órgão, onde passarão pelos procedimentos necessários até que sejam entregues às famílias.

O Instituto espera receber pelo menos trinta corpos oriundos da rebelião que ocorreu durante 14h na maior penitenciária do Estado e foi iniciada no final da tarde deste sábado. Existem corpos decapitados e outros mutilados. Todos serão transportados até o ITEP num caminhão-baú convencional.

Segundo informações da Tribuna do Norte, haverão cinco legistas na sede do ITEP (três potiguares e dois paraibanos), oito necrotomistas (seis potiguares e dois paraibanos), cinco necropapilocopistas e dois dentistas que trabalharão na identificação dos cadáveres.

Por contar apenas com duas câmaras frigoríficas que comportam entre 20 e 30 corpos, o ITEP solicitou a chegada de um caminhão frigorífico que virá de Fortaleza e deverá chegar em Natal ainda neste domingo para armazenar os corpos até que todos sejam devidamente liberados. Até o momento, nenhum foi identificado.

Os presos que se rebelaram na Penitenciária Estadual de Alcaçuz cortaram os cabos de energia e subiram em postes para desativar os aparelhos que bloqueiam a chegada do sinal de rede telefônica até o presídio (mecanismo implantado recentemente pelo Governo do Estado).

A informação também foi confirmada pelo secretário de Justiça e Cidadania, Wallber Virgolino, durante a entrevista coletiva realizada nesta manhã. Segundo o titular da Sejuc, o Governo não tomou medidas nesse sentido ao lado do motim, sendo todas elas praticadas pelos próprios detentos.

Número de mortes

Ainda na entrevista coletiva, Virgolino disse que ainda não tem o número exato da quantidade de mortes que a rebelião registrou. Segundo o secretário, até o final da tarde este número deverá ser reconhecido. “Esperamos finalizar tudo isso antes do sol raiar”, concluiu.

Category: NOTÍCIAS | Views: 367 | Added by: jorge | Rating: 0.0/0
                                 
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