'ELA ESTÁ TODA DEFORMADA', DIZ MÃE DE JOVEM AGREDIDA POR NAMORADO NA BA - 10 May 2016 - JORGEQUIXABEIRA
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3:59 PM
'ELA ESTÁ TODA DEFORMADA', DIZ MÃE DE JOVEM AGREDIDA POR NAMORADO NA BA

 

mãe da jovem Jéssica Nascimento, 21 anos, que está em coma induzido há 15 dias após ter sido espancada pelo namorado, em Vitória da Conquista, sudoeste baiano, falou com a imprensa nesta terça-feira (10). “Ela está toda deformada. Eu entrei no hospital, lá na UTI, eu não consegui encostar de junto dela. Quando eu vi aquela cena, eu saí num desespero, chorando, com medo de perder a minha filha”, disse Jeane Augusta Silva.

O estado de saúde da jovem é grave. Ela está internada na UTI do Hospital de Base Vitória  da Conquista. Jéssica estava grávida de aproximadamente 4 meses quando foi agredida e perdeu o bebê por conta das lesões que sofreu. Ela respira com a ajuda de aparelhos e não tem respondido bem aos medicamentos, segundo o relato de familiares. Por causa de uma lesão no pulmão, ela contraiu uma bactéria no sangue nos últimos dias.

“Eu falei: Dr., o que aconteceu aqui? Ele falou: ‘Jéssica teve uma parada cardíaca às 5h23 da manhã e a gente conseguiu reanima-la por volta de 5h30. O quadro dela é muito grave, ela tem piorado muito. A gente descobriu uma bactéria no sangue”, relatou Elma Augusta, tia de Jéssica.

O suspeito de agredir a jovem, o estudante de Engenharia Américo Francisco Vinhas Neto, 24 anos, teve a prisão preventiva decretada pela Justiça na sexta-feira e, segundo a polícia, está foragido. O advogado dele, Gutemberg Macedo, disse que não vê legalidade no pedido de prisão do cliente e que vai entrar com o pedido de habeas corpus.

Ainda conforme o advogado, Amércio não vai se entregar à polícia até o Tribunal de Justiça da Bahia emitir uma decisão sobre a legadidade do pedido de prisão preventiva. OG1 tentou falar com a defesa do rapaz nesta terça-feira (10), mas até o fechamento desta reportagem não conseguiu contato.

O mandado foi expedido pela juíza Juliane Nogueira Santana Rios, da Vara de Violência Contra a Mulher. O pedido tinha sido feito na quarta-feira (4), pelo delegado Gustavo Tortorelli, que investiga o caso.

Segundo o delegado, policiais civis da cidade foram até a casa do suspeito no final da tarde de sexta-feira e ele não foi localizado. Aos policiais, conforme informou Tortorelli, foi dito que Américo não estava em casa e que não se sabia do paradeiro dele.

Caso
Jéssica foi agredida na casa em que mora com um amigo, em Vitória da Conquista, durante uma festa na madrugada do dia 25 de abril.

Na ocasião, cinco pessoas, além da vítima e do suspeito da agressão, estavam no local. Segundo a polícia, Américo Francisco inicialmente negou que teria agredido a jovem. Em um segundo depoimento, na terça-feira (3), ele disse não lembrar do que aconteceu no dia do crime.

O delegado Gustavo Tortorelli informou que o suspeito negou mais uma vez que mantinha um relacionamento amoroso com a vítima e relatou ter feito uso de drogas e bebida alcoólica no dia da agressão, além de afirmar que não sabia que a jovem estava grávida. Um exame deve apontar se Amério fez uso de drogas no dia do ocorrido.

Américo Francisco Neto teve material genético colhido para que seja feito exame de DNA com amostras retiradas do feto. O prazo para o resultado do exame não foi informado

Segundo o delegado, as investigações apontam que Jéssica e Américo se conheciam há pouco tempo. Testemunhas que estavam na casa da jovem no dia da agressão confirmaram que ela e Américo se conheciam há pouco tempo.

A versão dos familiares de Jéssica é diferente.Eles apontam o suspeito como namorado de Jéssica. Os familiares da jovem disseram também que não sabiam que a jovem estava grávida quando foi agredida.

O suspeito da agressão chegou a ser preso em flagrante, mas foi solto mediante pagamento de fiança. O advogado dele, Gutemberg Macedo, disse que a situação foi acompanhada por um outro advogado e que o valor da fiança foi de cerca de R$ 5 mil.

Conforme Macedo, o cliente foi liberado pelo delegado Tortorelli que configurou o caso como violência doméstica, mas entendeu que a situação era afiançável. O delegado disse ao G1 que no dia do ocorrido não tinha conhecimento de que a vítima estava grávida, o que muda a configuração do crime.

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